Opinião
Mais um clássico rei, mais uma partida entre Ceará x
Fortaleza. Na tarde de 25 de março de 2011, o que se viu no estádio Presidente
Vargas foi uma partida conforme tem que ser, se tratando de um clássico, um
jogo pegado. Chances para ambos os lados de abrir o placar foram poucas, tanto
no primeiro como no segundo tempo, logo se via que seria uma partida decidida
nos detalhes, e assim foi.
Faltando menos de um minuto para o apagar das luzes, o meia Rogerinho cobra um escanteio, e logo em seguida a bola iria cair na cabeça de dois predestinados, Romário e Erivélton, que saíram do banco para dar a vitória ao Ceará. Primeiro o jovem atacante cabeceia, a bola bate no travessão e logo em seguida sobra para aquele, que nem o mais fanático torcedor alvinegro acreditaria que fosse quem iria resolver a parada, o experiente zagueiro, que em abril completa seus 34 anos, e presenteou a si e a massa alvinegra fazendo o gol, que com certeza foi o mais importante e emocionante da temporada.
O lado negativo fica por conta de vândalos que quebraram cadeiras no PV e várias confusões que foram relatadas ao entorno do estádio e em todas cidade em decorrência do jogo. Mais é isso ai, clássico é clássico, dentro de campo, porque fora dela ainda continua lamentável a situação.
Por Rômulo Jacobi
Faltando menos de um minuto para o apagar das luzes, o meia Rogerinho cobra um escanteio, e logo em seguida a bola iria cair na cabeça de dois predestinados, Romário e Erivélton, que saíram do banco para dar a vitória ao Ceará. Primeiro o jovem atacante cabeceia, a bola bate no travessão e logo em seguida sobra para aquele, que nem o mais fanático torcedor alvinegro acreditaria que fosse quem iria resolver a parada, o experiente zagueiro, que em abril completa seus 34 anos, e presenteou a si e a massa alvinegra fazendo o gol, que com certeza foi o mais importante e emocionante da temporada.
O lado negativo fica por conta de vândalos que quebraram cadeiras no PV e várias confusões que foram relatadas ao entorno do estádio e em todas cidade em decorrência do jogo. Mais é isso ai, clássico é clássico, dentro de campo, porque fora dela ainda continua lamentável a situação.
Por Rômulo Jacobi